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	<title>cia. hiato &#187; Cachorro Morto</title>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2016 16:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[amadores]]></category>
		<category><![CDATA[Cachorro Morto]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Jardim]]></category>

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		<description><![CDATA[ AGENDA OUTUBRO/2016 &#160; &#160; SESC JUNDIAÍ &#124; projeto [Cia.] Na Casa -07 e 08 espetáculo FICÇÃO -09 O JARDIM &#124; Experimento de Desmontagem -13 e 14 workshop “Hiato – um olhar sobre a interpretação” -15 espetáculo CACHORRO MORTO -16 espetáculo AMADORES ESPETÁCULO FICÇÃO &#124; CEU -20 CEU Heliópolis (Thiago Amaral e Maria Amélia B. Farah)<span class="leia-mais roman-12-preto"><i></i><a href="http://ciahiato.com.br/blog/2016/10/agenda-outubro2016/">Leia o texto completo...</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><del> AGENDA OUTUBRO/2016</del></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SESC JUNDIAÍ | projeto [Cia.] Na Casa</strong><br />
-07 e 08 espetáculo FICÇÃO<br />
-09 O JARDIM | Experimento de Desmontagem<br />
-13 e 14 workshop “Hiato – um olhar sobre a interpretação”<br />
-15 espetáculo CACHORRO MORTO<br />
-16 espetáculo AMADORES</p>
<p><strong>ESPETÁCULO FICÇÃO | CEU<br />
-</strong>20 CEU Heliópolis (Thiago Amaral e Maria Amélia B. Farah)<br />
-21 CEU Vila Sol (Aline Filócomo e Fernanda Stefanski)<br />
-26 CEU Parque Anhanguera (Fernanda Stefanski e Maria Amélia B. Farah)<br />
-27 CEU Alto Alegre (Aline Filócomo e Thiago Amaral)<br />
-28 CEU Navegantes (Fernanda Stefanski e Paula Picarelli)</p>
<p><strong>SESC SÃO JOSÉ DO RIO PRETO</strong><br />
-22 e 23 espetáculo AMADORES</p>
<p><strong>FESTIVAL FIAC | SALVADOR/BA</strong><br />
-29 e 30 espetáculo AMADORES</p>
<h2>em breve + informações</h2>
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		<title>Cia Hiato apresenta peça Cachorro Morto em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 05:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cachorro Morto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto: Michele Rolim Cercada de expectativas, a Cia Hiato desembarca em solo gaúcho. Diversas vezes premiado, o grupo paulistano foi o destaque da reta final do Festival de Teatro de Curitiba deste ano com a peça Ficção, composta de cinco monólogos. Dentro da programação do Palco Giratório, a Cia Hiato apresenta em Porto Alegre o<span class="leia-mais roman-12-preto"><i></i><a href="http://ciahiato.com.br/blog/2013/05/cia-hiato-apresenta-peca-cachorro-morto-em-porto-alegre/">Leia o texto completo...</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-tamanho-do-post wp-image-1435" title="cachorromortosite" src="http://ciahiato.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/cachorromortosite1-610x406.jpg" alt="" width="610" height="406" /></p>
<p>Texto: Michele Rolim</p>
<p>Cercada de expectativas, a Cia Hiato desembarca em solo gaúcho. Diversas vezes premiado, o grupo paulistano foi o destaque da reta final do Festival de Teatro de Curitiba deste ano com a peça <em>Ficção</em>, composta de cinco monólogos. Dentro da programação do Palco Giratório, a Cia Hiato apresenta em Porto Alegre o seu primeiro trabalho &#8211; criado em 2008 &#8211; , que projetou o nome de Leonardo Moreira como um dos novos autores de destaque na cena paulista. <em>Cachorro morto</em> tem sessões hoje e amanhã, às 20h, no Teatro Museu do Trabalho (Andradas, 230).</p>
<p>A peça aborda o pensamento de um jovem portador da síndrome de Asperger (uma forma leve do autismo), intrigado com o assassinato do cachorro da vizinha. Com o revezamento de cinco atores na pele do protagonista &#8211; Luciana Paes, Maria Amélia Farah, Aline Filócomo, Fabrício Licursi e Thiago Amaral -, a plateia se vê diante de um jogo que desafia o espectador a construir a imagem do personagem.</p>
<p>Livremente inspirado nos textos <em>The curious incident of the dog in the night-time</em>, de Mark Had-don, <em>Nascido num dia azul</em>, de Daniell Tammet, e <em>A música dos números primos</em>, de Marcus du Sautoy, a montagem também parte de uma história pessoal do diretor Leonardo Moreira. Na infância, Moreira era, conforme ele, “bem estranho”. “Fiz um teste agora e percebi que, se a minha mãe tivesse feito um exame na minha infância, talvez eu fosse considerado um Asperger”, conta ele. Juntamente com o elenco, Moreira conversou com jovens e crianças atendidos pela Associação de Amigos do Autista (Ama) como preparação para o espetáculo. O cenário, por exemplo, é coberto de post-its &#8211; autistas utilizam sistema parecido nas paredes para organizar sua rotina.</p>
<p>Para o autor, a montagem tornou-se o embrião de tudo que o grupo realizaria nos espetáculos seguintes. “<em>Cachorro </em>é uma experiência que mistura o lado pessoal e literatura. Em <em>Escuro</em>, comecei a usar a experiência dos atores por trás de uma ficção, enquanto em <em>Jardim </em>utilizamos a biografia dos atores falada por outros integrantes do elenco. E em <em>Ficção </em>tentamos colocar em cena um grau mínimo de ficção para criar outra ficção”, explica o diretor, referindo-se aos espetáculos seguintes do grupo.</p>
<p>Todas essas montagens citadas pelo diretor trazem personagens com nomes dos próprios atores. Segundo Moreira, esta é uma forma de compartilhar com o público que, apesar de existir uma mediação da ficção no palco, há um momento presente &#8211; a realidade, que pode ser interrompida a qualquer instante. “O ator estar em cena e ser chamado pelo nome mostra que não estamos tentando ‘enganar’ o público dizendo que somos outra pessoa. Na verdade, o ator é o mediador desta ficção, e isso o coloca como criador e responsável pelo o que diz”, ressalta Moreira.</p>
<p>Seguindo a lógica do diretor, há um envolvimento do público com a trajetória da personagem e com o drama familiar, além da estrutura do espetáculo, da multiplicação dos personagens pelos cinco atores e do humor dos diálogos. “O interessante é que não fizemos uma cópia do comportamento dos autistas, isso seria apontar a diferença. Perguntamo-nos: qual o comportamento autista de cada um e como lidamos com isso?”, explica Moreira.</p>
<p>A temática das diferenças presente nas montagens do grupo está até mesmo no nome da companhia: Hiato. Para o diretor, a função de uma narrativa deve servir para mostrar que existe mais de um ponto de vista na mesma história. “Temos sempre tendência de achar que o meu ponto de vista é a realidade, e eu não consigo entender que a outra pessoa é tão real e complexa quanto eu sou”, diz Moreira, explicando que existe um hiato do que é falado agora e do que está sendo ouvido. “Há sempre uma lacuna entre essas realidades e fazer elas conviverem é o objetivo principal”, completa.</p>
<p><strong>Cachorro morto da Cia Hiato</strong><br />
• Hoje e amanhã, às 20h, no Teatro Museu do Trabalho (Andradas, 230).<br />
• Ingressos entre R$ 5,00 e R$ 20,00, à venda no Teatro do Sesc (Alberto Bins, 665).</p>
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